seartesanato

Solitária por determinação Arteira por distração Inteligente por provocação Poeta por paixão Blogueira por brincadeira Filosofa por diversão Sóbria por profissão Viajante por sensação

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

porta copo de rosas

›
pintei as peças de verde, colei as figuras de rosas, e craquelei de dourado.
Um comentário:

porta copo baralho

›
pintei de verde, em dois tons, decoupage figuras de baralho e craquelei em dourado.

kit para banheiro

›
Pintei todas as caixas de branco e utilizei restos de papel de parede, com apliques de rosas.
Um comentário:

caixas porta trecos masculinas

›
Pintei as caixas em 2 tons de azul, craquelei e coloquei as figuras dos carros, por ultimo verniz spray fosco.

Caixas de biju e porta trecos

›
Na primeira caixa pintei de verde, depois colei fuguras de rosas vermelhas e terminei com craquelado dourado, na segunda pintei em dois tons...

Caixa de rosas

›
Pintei a caixa de beje e salmão, colei na tampa uma rosa, depois craquelei em dourado.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Echarpe ou Pashmina ou Cachecol

›
Me aventurei na confecção do cachecol, usei lã Amor da Circulo, agulha número 5 e ponto comum de tricô. Essa lã é fofinha, muito macia e não...
sábado, 7 de agosto de 2010

Toalha em tecido xadrez

›
Durante muito tempo, decadas na verdade, bordei toalhas em tecido xadrez, já perdi a conta dos modelos que copiei e criei, tempos atrás deci...
Um comentário:
sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Porta chave e carta craquelê e decoupage

›
Pintei de branco, colei figuras de flores, passei craquele transparente, depois betume em pasta, sombras em vermelho.

caixa porta bijuterias em mosaico

›
Pintei a caixa em preto, dourado e branco, craquelei , e fiz o mosaico.
‹
›
Página inicial
Ver versão para a web

Quem sou eu

Minha foto
selma
sou letras reunidas De tudo que sou não sobrou pouco daquilo que almejo. Nasci asfixiada por liberdade, enrosquei-me em visões. Tornei-me adulta reverenciando mulheres corajosas do meu passado. E meu amor por elas ainda persiste. O que escrevo é contorno torto da alma em transmutação. São varias as identidades assumidas... Há sempre em mim, duas! Uma que crê e outra que se aborrece. Sou perdoável, pois o Deus que há em mim, habita no outro também... Sou paulista, poeta, selvagem, distêmica, andarilha, aprendiz em múltiplas vivências. Das canções que fiz, dá para fazer uma coletânea de piedade. Sou bem nascida, embora a poesia faça o que quer de mim. Sou cheia de segredos, todos já há muito revelado. Meu pensamento anda a esmo, sem parar demais numa mesma estação. Amo um homem singular, entre desencontros temporários. Os espelhos. Estou em trégua passageira, aportada em velhos cais. São Pedro – SP - 20/08/2008 13h32min: 51
Ver meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.